desastres e planos de contingência

* Quando o desastre não é tangível: grandes crises econômicas *

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Quando pensamos em grandes desastres o que nos vêm à cabeça? Catástrofes Naturais? Ataques Terroristas? Acidentes em larga escala? Confusões envolvendo uma enorme multidão de pessoas? E uma grande crise econômica, pode ser considerada um desastre? A foto que ilustra o post é a capa de um jornal britânico do dia da que ficou conhecida como “Quinta-Feira Negra”, no qual a bolha especulativa americana estourou, causando consequências nefastas, que repercutiriam nas décadas seguintes.

Pessoas perderam fortunas da noite pro dia devido à desvalorização recorde dos títulos da bolsa, o desemprego chegou aos maiores níveis da história americana, a pobreza se alastrou devido à recessão econômica, o pânico tomou conta da população e surgiram até boatos de suicídios de investidores de Wall Street.  A crise repercutiu em vários países, sendo os mais afetados aqueles que eram mais industrializados. Atribui-se a culpa da crise a excessiva especulação do mercado devido a sua falta de regulamentação, regido pela filosofia do liberalismo que defendia a absoluta não intervenção do estado e autonomia do mercado.

Depois de atravessar o período conhecido como “Grande Depressão” que abalou a economia mundial e regimes de governo de vários países seria de esperar que os Estados Unidos aprendesse com a história e passasse a regulamentar sua economia de forma rígida para que nada parecido com a crise de 1929 jamais acontecesse de novo, correto? Não foi bem isso o que aconteceu. Em 2008, uma nova crise surgiu, dessa vez desencadeada pela falência múltipla de importantes bancos que novamente não conseguiram controlar a onda especulativa.

A crise de 2008 ressalta a importância de termos planos de contingência tanto para evitar quanto para lidar com as consequências de um desastre. A economia mundial entrou em recessão, o desemprego aumentou, mas a crise de 2008 que tem seus efeitos sentidos até hoje (principalmente na Europa) são menores do que a de 29 devido a rápida intervenção de governos e blocos econômicos que usaram planos de contingência feitos por diversos especialistas, ainda que longe de serem perfeitos  para lidar com a situação e remediá-la na medida do possível.

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A Ana Beatriz pensa assim. E você? Participe!

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